CAMPANHA NACIONAL DE PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA NO CICLO DE VIDA.
Apoiar e divulgar esta campanha é um exercício de cidadania. Não fique indiferente! Uma iniciativa da Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde, da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens.
A criatividade voltou a ser uma aliada na prevenção da violência nas escolas, com a realização da atividade “Abordagem Artística na Prevenção da Violência”, integrada na Campanha Nacional de Prevenção da Violência no Ciclo de Vida “Não se aceita, ponto!”.
A prevenção da violência ganhou um novo e dinâmico palco nas escolas de Lisboa, com a realização de duas atividades de sensibilização que envolveram ativamente jovens estudantes. As iniciativas decorreram na Escola Básica do Alto do Lumiar e na Escola Secundária de Camarate, nos dias 11 e 17 de novembro, respetivamente, no âmbito da Campanha Nacional de Prevenção da Violência no Ciclo de Vida "Não se aceita, ponto!".
Ler mais … Um compromisso coletivo - A violência "Não se aceita, ponto!"
Nos passados dias 24 e 25 de março, a Escola Básica e Secundária do Cerco, no Porto, foi palco de uma iniciativa inovadora contra a violência. A ação, inserida na Campanha Nacional de Prevenção da Violência no Ciclo de Vida "Não se aceita, ponto!", da responsabilidade da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens (CNPDPCJ) e da Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde (DE-SNS), foi promovida pela DGEstE, em colaboração com a Polícia Municipal do Porto.
Ler mais … Na Escola Básica e Secundária do Cerco a violência “Não se aceita, ponto!”
Viver em ambientes de violência, quaisquer que sejam, pode deixar marcas profundas para toda a vida, por vezes com desfecho trágico. Por isso, é importante percebermos que se trata de uma realidade transversal a todos os estratos socioeconómicos e culturais. É fundamental quebrar o mito de que a violência, episódica ou persistente, atinge apenas pessoas ou famílias mais desprotegidas e vulneráveis. Isso não corresponde à realidade, acontece em todos os contextos sociais.